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Agricultura Moderna

Foi com o aparecimento de empresas agrícolas que ocupam grandes áreas que, em meados do século XX, surgiu a chamada Agricultura Moderna como forma de responder à crescente necessidade de produzir mais rapidamente maiores quantidades de alimentos.

Este tipo de agricultura utiliza em grande escala o trabalho mecanizado o que favorece a produção de bens alimentares. São as máquinas quem realizada a grande maioria do trabalho agrícola como a monda, a irrigação, a aplicação de pesticidas e fertilizantes etc.

Este é um dos avanços tecnológicos utilizados para rentabilizar as grandes plantações, no entanto, a utilização de fertilizantes sintéticos essenciais para o crescimento das plantas, e a utilização de pesticidas para combater doenças e pragas, também traz grandes lucros.[2]

Na prática da agricultura moderna, os agricultores recorrem a um regime de monocultura, ou seja dedicam-se à produção de uma única espécie. O trigo, o arroz, o milho, o tomate e a batata, são exemplos de culturas geralmente cultivadas sob este regime.

Uma das grandes desvantagens de se plantar sob este regime é a maior susceptibilidade das culturas a infestações por ervas e ao aparecimento de doenças.

Desde algumas décadas a esta parte, têm vindo a desenvolver-se novas técnicas com o objectivo de melhorar a produtividade vegetal e a diminuir o impacto dessa actividade nos ecossistemas.[2]

No entanto, podemos afirmar sem sombra de dúvida que a característica mais marcante da agricultura moderna é a utilização da luta química como método de combate às pragas.[2]

 

Luta Química:

 

Em muitas circunstâncias, para garantir boas produções agrícolas recorre-se ao uso de produtos químicos que combatem as espécies nocivas ou funcionam como reguladores do crescimento das plantas. Estes produtos são designados por pesticidas dos quais se podem destacar: insecticidas, herbicidas, fungicidas, raticidas, etc.

Anualmente são utilizados no mundo mais de três milhões de toneladas destes produtos químicos, em especial nos países desenvolvidos.

Um método utilizado para o lançamento de insecticidas é o lançamento por avião. Sob esta forma, apenas 0,1% a 2% do insecticida disperso pelo avião atinge as pestes – alvo. Para compensar as perdas, é necessário lançar-se cerca de 30% mais de pesticidas do que nas aplicações feitas no solo.

Os insecticidas que falham o seu alvo acabam por contaminar o ar, as águas superficiais, as águas subterrâneas, os alimentos e outros organismos, incluindo os seres humanos.[2]